De volta ao básico, porque autenticidade é fundamental

03/09/2017 12:09

Modelos Royal Enfield mantêm viva a raiz do motociclismo oferecendo experiência atemporal

PATROCINADO POR ROYAL ENFIELD

Fabricante de bicicletas no século 19, fornecedora de insumos bélicos para o exército, e finalmente marca de motocicletas desde o início do século 20. A história é comum a muitas das fabricantes de motos pioneiras, poucas das quais ainda estão em atividade e provavelmente nenhuma outra tão fiel às origens quanto a Royal Enfield.

Vista uma jaqueta de couro, dê partida numa Bullet, Classic ou Continental GT e nada mais será necessário para vivenciar a experiência essencial de ser motociclista. O estilo inglês atemporal transporta à divertida simplicidade de rodar sobre duas rodas como antigamente, sem complicações, rótulos ou clubinhos. Quem assiste da calçada com curiosidade dificilmente distingue se a Royal Enfield que passa pela rua é uma sobrevivente pós-guerra, talvez uma quarentona tratada com carinho desde os anos 1970. Neste caso, nova em folha e recém-saída da concessionária Royal Enfield SP. 

Poucas marcas podem ser gabar de produzirem motos tão autênticas, que resistiram a décadas sem trocar o metal cromado pela efemeridade do plástico ou ceder a modismos. Basta lembrar que o modelo Bullet está aí desde 1932, com seu tanque ainda pintado à mão. A Classic, remetendo ao design pós-guerra, com as opções de cores Desert Storm, Battle Green e Squadron Blue. E a Continental GT preservando o movimento das corridas de rua na Inglaterra dos anos 1960, que celebrizou o Ace Cafe, sempre ao som de rock ’n’ roll (assista ao vídeo Ace Cafe to Madras Café).

A mecânica descomplicada e durável do motor 500 de 1 cilindro refrigerado a ar também ajuda a democratizar o acesso a essa experiência com as Royal Enfield importadas (hoje são fabricadas na Índia). Mas como comparar o valor do dinheiro pago por um pedaço de história quando outra moto seria só mais uma na rua?   

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