20/02/2026 11:02
Os airbags para motociclistas existem há anos, mas só recentemente ganharam maior popularidade entre os pilotos de estrada. Agora, a italiana Alpinestars apresenta sua mais nova aposta em segurança: o Tech-Air 5 Plasma. Segundo a marca, trata-se do sistema autoinflável mais leve, confortável e tecnologicamente avançado já desenvolvido por ela.
O modelo substitui o antigo Tech-Air 5 e já está disponível no Brasil com preço sugerido de R$ 7.999,49, disponível do tamanho XS ao 4XL, trazendo atualizações de hardware, melhorias de software e uma redução de 0,4 kg em relação ao antecessor.
No coração do sistema está um conjunto de seis sensores — acelerômetros e giroscópio triaxiais — que monitoram constantemente os movimentos do piloto. Esses dados são processados por um algoritmo baseado em inteligência artificial, alimentado por um banco de informações acumulado desde 2004, incluindo dados coletados na MotoGP.
Com milhões de quilômetros rodados e milhares de registros de acidentes analisados, o Tech-Air 5 Plasma oferece três modos de pilotagem — Street, Race e Off-Road — com níveis de sensibilidade específicos para cada uso. Em caso de detecção de queda, o airbag é inflado em apenas 20 milissegundos. O acionamento é simples: basta fechar o zíper e a aba magnética frontal, enquanto luzes de LED e vibrações confirmam que o sistema está ativo.
Pesando 1.530 gramas — 25% mais leve que a geração anterior —, o Plasma foi projetado para ser mais fino e flexível, podendo ser usado sob jaquetas (sem protetor de coluna adicional). Apesar da leve redução de cobertura em comparação com modelos superiores da própria marca, como o Tech-Air 7 e 10, ele mantém certificação EN1621-4:2013 Nível 1, além de incluir protetor de coluna Nível 1.
A bateria de íons de lítio oferece até 30 horas de uso e é recarregada via USB-C. O sistema ainda conta com aplicativo próprio, que permite verificar status, autonomia, atualizar firmware e registrar rotas. Após um disparo, o inflador pode ser substituído pelo próprio usuário (desde que a bolsa interna não esteja danificada), com cada unidade suportando até seis ativações antes da troca definitiva. A recomendação da fabricante é substituir o conjunto completo após 10 anos de uso, com revisões periódicas a cada dois anos ou 500 horas de pilotagem.